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Laboratório vai avaliar preços

Publicado: Terça, 24 de Novembro de 2015, 11h29 | Última atualização em Segunda, 13 de Fevereiro de 2017, 17h12 | Acessos: 2220

 

Veículo: CT online 

Editoria:Geral Tipo: Matéria  

Data: 24/11/2015 - 09:19

Assunto: Unifesspa 

 

f UNifsspa 1Acordo entre Unifesspa e Fapespa vai proporcionar criação de um laboratório que calcula a oscilação nos preços do comércio local

 

Será criado em Marabá um Laboratório de Inflação e Custo de Vida a partir de convênio firmado na manhã desta segunda-feira (23) entre a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) e a Fundação Amazônica de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa). Essa iniciativa pretende financiar as políticas públicas, econômicas e sociais conscientizando a sociedade civil local sobre consumo e orçamento familiar. Representantes da esfera municipal e estadual, além da comunidade acadêmica, estiveram no Campus I da Unifesspa para fechar o acordo.

O reitor da universidade, Maurílio Monteiro de Abreu, informou que o convênio é uma ampliação da parceria existente entre Unifesspa e Fapespa. Ele também explicou como o laboratório vai funcionar. “Pela primeira vez, vamos ter calculado aqui em Marabá o índice de preços ao consumidor e o valor da cesta básica da região. Um conjunto de alunos vai testar e aplicar a metodologia e informar mensalmente a variação dos preços”, conclui.

O projeto terá duração de 4 anos e custará R$1.029.330,76. Deste valor total, a Fapespa vai arcar com quase R$400 mil, enquanto a Unifesspa fornecerá a contrapartida por meio da concessão de equipamentos, materiais, professores, pesquisadores e técnicos. “Nós já estamos acertando aqui a construção de outro laboratório, que será de contas regionais, capaz de inferir, de forma científica e metodologicamente delimitada, como e de que forma é produzida a riqueza aqui na região”, completou.

O professor Alberto Arruda, também representante da diretoria científica da Fapespa, relatou que este tipo de trabalho era feito somente na região metropolitana de Belém e que é um grande avanço para a cidade, uma vez que passa a ter dados reais sobre a economia local. “E com isso você facilita o planejamento para o poder público e para as universidades – o  que está certo, o que está errado, o que pode ser mudado. Eu vejo como uma ferramenta muito importante para o desenvolvimento e o planejamento municipal” ressaltou.

O evento contou com a presença de 45 pessoas e a mesa de abertura foi composta por Eduardo Rosa, presidente da Fapespa; Fernanda Carla, representante da Pró-Reitoria de Pesquisa da Unifesspa; Airton Pereira, coordenador da Uepa (Universidade Estadual do Pará); Alberto Arruda, responsável pela diretoria científica da Fapespa; e o reitor da Unifesspa, Maurílio.

 

(Nathália viegas com informações de Jackeline Chagas)

 

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