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Unifesspa e Instituto de Arte Vitória Barros promovem Mostra

Publicado: Quinta, 08 de Agosto de 2019, 10h06 | Última atualização em Quinta, 08 de Agosto de 2019, 10h06 | Acessos: 68

Veículo: Correio de Carajás

Data: 08 de agosto de 2019

Link da Matéria: https://correiodecarajas.com.br/unifesspa-e-instituto-de-arte-vitoria-barros-promovem-mostra/

Unifesspa 2 1 3

O curso de Artes Visuais da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) promoverá, em parceria com o Instituto de Arte Vitória Barros, a exposição ‘220: Mostra Universitária de Pesquisa em Arte’, apresentando trabalhos de estudantes do curso. A abertura ocorrerá amanhã, dia 9, na galeria, a partir das 19 horas e se estende até 6 de setembro, com entrada gratuita.

A mostra 220 é resultado das Práticas Integradas de Pesquisa e Extensão desenvolvidas por estudantes do curso entre março e julho de 2019, sob a supervisão dos professores Gil Vieira Costa e Leila Rego. “220” conta ainda com a presença de dois artistas convidados, Abílio Pacheco e Rafa Maciel, expondo processos de pesquisa recentes.

Os artistas

Os seis artistas-pesquisadores em formação que integram a mostra caminham por interesses de pesquisa diversificados. Inigashin (Nathanael Marques) trabalha com a pintura de paisagens marabaenses, em diálogo com paletas de cores buscadas por ele nas pinturas acadêmicas do século 19. Lewis Bicho explora as relações entre técnicas tradicionais e ferramentas digitais, para produzir ilustrações cujo tema é a figura humana.

Lorena Braga, por sua vez, recorre à antotipia (um processo fotográfico histórico) para revelar imagens de indígenas captadas por ela na região, construindo um diálogo interessante entre passado e presente, humano e natureza, entre outras interpretações possíveis.

Luanderson Santos combina a técnica da marmorização em papel com desenhos de figuras humanas, às vezes em cenas de intimidade cotidiana, caminhando em torno do realismo fantástico.

Marcos Adriel busca na iconografia marajoara o vocabulário simbólico que atualiza e reinventa em placas de cerâmica, usando incisões e alto relevo. Por fim, Mayara Sanilee explora a técnica do pontilhismo, utilizando como ferramenta a Castanha-do-Pará, representando lugares de Marabá por meio de uma visualidade que aponta tanto para a cultura fotográfica quanto para a tradição local do nanquim.

A mostra conta, ainda, com dois artistas convidados, atuantes em Marabá, que apresentam resultados de seus processos criativos em andamento. Rafa Maciel trabalha com retratos humanizados do cotidiano de uma mulher transgênero, criando um ambiente que propõe o contato com a intimidade de corpos e existências que ainda lutam para possuir voz ativa no debate público. Abilio Pacheco, com uma longa trajetória na literatura, busca em uma instalação de artes visuais o instrumental para um importante trabalho de memória, que investiga a sobrevivência de imagens e discursos sobre a Guerrilha do Araguaia. (Karine Sued, com informações da Galeria)

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