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Unifesspa acompanha a pandemia da COVID-19 e realiza ações de prevenção e monitoramento da doença

  • Publicado: Sexta, 04 de Dezembro de 2020, 18h58
  • Última atualização em Terça, 08 de Dezembro de 2020, 10h33
  • Acessos: 880

A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) continua o acompanhamento da pandemia da COVID-19 na região. Além do monitoramento da doença, a Universidade vem realizando ações de prevenção à contaminação pelo novo coronavírus na realização de serviços essenciais.

teste 2Mesmo estando em regime de trabalho e ensino remoto, atividades que precisam de trabalho presencial continuam ocorrendo em espaços físicos da Unifesspa, como obras, almoxarifado, protocolo, comunicação e outras ações de natureza administrativa. Diante da necessidade de manter a circulação do vírus sob controle, a universidade conta com o Grupo de Trabalho de Biossegurança, composto por técnicos de diversos setores da instituição. O grupo elaborou o Plano de Biossegurança da Universidade (Portaria nº 1.531/2020) e atua nas ações administrativas relacionadas à doença.

Equipamentos de proteção individual (EPIs), máscaras, recipientes e álcool em gel foram adquiridos por meio de processo licitatório. Hoje, todos os campi da Universidade já contam com esses materiais, na sede e fora da sede. A coordenadora do GT de Biossegurança e enfermeira do trabalho, vinculada à Secretaria de Infraestrutura (Sinfra) da Unifesspa, Angeli Fonseca, explica os procedimentos já realizados. “O GT de biossegurança foi instruído a adquirir materiais e insumos. Fizemos um levantamento e montamos o processo licitatório para aquisição desses itens. Já temos hoje álcool em gel, protetor facial, termômetro, testes rápidos, aventais descartáveis, máscara N-95 e de tecido. Também já montamos novo processo para o próximo ano, caso sejam necessários”.

Para monitorar servidores que precisam trabalhar presencialmente de forma constante, testes rápidos, que detectam a presença de anticorpos no organismo humano, também estão sendo realizados. A cada 15 dias, esses servidores são testados. “Os testes rápidos não diagnosticam a COVID-19. Este tipo de teste procura pelo anticorpo. É uma ação de precaução que buscamos realizar com o rastreio imunológico. Em outras palavras, não necessariamente a pessoa está infectada no momento do teste. No teste rápido podemos ver o anticorpo IGG, que mostra a fase tardia da doença, e o IGM, da fase aguda. Se o IGM aparece, a Unifesspa afasta a pessoa de suas atividades presenciais. O servidor somente por retomar ao trabalho presencial após três exames seguidos sem esse resultado”, ressalta a enfermeira.

teste 1Os servidores dos chamados grupos de alto exposição, que têm contato com o público ou que viajam com frequência a serviço, incluindo os terceirizados, são aqueles submetidos aos testes, que são previamente agendados. Servidores do grupo de risco não estão trabalhando presencialmente, e os sintomáticos devem notificar o GT de Biossegurança para assinar a declaração de sinais e sintomas gripais. Ainda segundo Angeli, “assim estamos monitorando a situação. Nós entregamos o resultado sobre o teste, orientando o servidor sobre os cuidados necessários. Caso o exame ateste positivo para um dos anticorpos, esse servidor vai imediatamente para trabalho remoto. Com a realização dos testes, a Unifesspa tornou-se instituição notificadora. Então, todos os dados também são repassados aos órgãos públicos de saúde”.

Outras medidas de prevenção e orientação também estão sendo desenvolvidas. Materiais gráficos de sinalização e informativos de ações de prevenção, como a lavagem das mãos, estão sendo adquiridos. O GT de Biossegurança atua ainda de forma articulada com os outros grupos internos da Unifesspa que acompanham a COVID-19: Comitê Científico de Monitoramento e Comitê de Acompanhamento. Juntos, os grupos ajudam a subsidiar as tomadas de decisão institucionais em relação à pandemia.

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