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Unifesspa esclarece impacto do bloqueio orçamentário e apresenta plano emergencial

  • Publicado: Quarta, 12 de Junho de 2019, 17h14
  • Última atualização em Quinta, 13 de Junho de 2019, 11h58
  • Acessos: 911

coletiva reitorO Conselho Superior de Administração (Consad) da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) aprovou um planejamento emergencial de gastos em função do bloqueio de 40% do orçamento da Unifesspa. Para comunicar à sociedade o impacto dos cortes, a Reitoria convocou a imprensa para uma entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (12), no auditório da Unidade II do Campus de Marabá. 

O reitor Maurílio de Abreu Monteiro explicou que o valor total bloqueado foi de R$ 13,2 milhões, atingindo principalmente os recursos de custeio, destinados à manutenção da universidade, a exemplo do pagamento de energia elétrica, água, serviços de limpeza e vigilância.

Para manter o mínimo funcionamento da Instituição até o mês de agosto, a Unifesspa precisou cortar cerca de 200 ações que estavam previstas no Plano de Gestão Orçamentária deste ano (PGO 2019). Dentre essas ações canceladas estão: compra de livros para o acervo bibliográfico, aquisição de materiais, mobiliário e equipamentos para laboratórios de ensino e pesquisa, apoio a eventos acadêmicos e programas de pós-graduação, além de outras ações que envolvem a melhoria das estruturas prediais.

Segundo o reitor, mesmo com essa medida emergencial, há um iminente risco ao funcionamento da Unifesspa se não houver desbloqueio orçamentário. Para as ações imprescindíveis, como pagamento de água, luz e limpeza, não há orçamento para cobrir as despesas de setembro a dezembro. “A Administração Superior, em conjunto com sua comunidade, continuará realizando o máximo esforço institucional para a reversão dos cortes, na defesa da manutenção integral do orçamento. A mobilização de toda a sociedade, nesse momento, é crucial", disse.

coletiva siteAlém de mobilizar a imprensa local, estão sendo realizadas diversas reuniões nas unidades acadêmicas e administrativas para informar os alunos, professores e técnicos sobre os reflexos dessa crise na vida acadêmica. A Unifesspa aguarda uma audiência com o ministro da Educação, Abraham Wintraub, e vem mobilizando parlamentares da bancada paraense em defesa do ensino superior público.

O reitor também irá à Câmara dos Vereadores de Marabá, no dia 18 de junho, debater dados relativos à atuação da Unifesspa, demonstrando como ela tem impactado e contribuído com o desenvolvimento da região. 

"Queremos antes de tudo, esclarecer à sociedade que a Unifesspa é uma conquista de todos, um patrimônio da região capaz de contribuir para reduzir as desigualdades regionais e sociais. Para isso, necessita da recomposição do orçamento com valores compatíveis com o número de alunos que a Unifesspa acolhe”, ressaltou o reitor.

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