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Diretor da PROEX avalia Festival Internacional de Cinema

Evandro Medeiros -  Foram 15 sessões, com a presença de no minimo de 1600 expectadores.

  • Publicado: Quinta, 14 de Mai de 2015, 15h53
  • Última atualização em Quinta, 04 de Agosto de 2016, 11h59
  • Acessos: 1863

 

Diretor da PROEX avalia Festival Internacional de Cinema

        O organizador do Festival Internacional Amazônida de Cinema de Fronteira (FIA CINEFRONT), o Coordenador de Cultura da Diretoria de Ação Intercultural - PROEX e professor da  Faculdade de Educação do Campo, Evandro Costa de Medeiros, 41 anos, avaliou o evento como “politicamente necessário, pedagogicamente imprescindível e artisticamente fantástico”.
        O I FIA CINEFRONT, ocorrido entre 13 e 18 de abril último, nas cidades de Marabá, Rondon do Pará e Eldorado dos Carajás, reunindo mais de 1500 pessoas, em vários ambientes educacionais, sociais e comunitários, foi uma realização da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Estudantis da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (PROEX-Unifesspa).
        Para o próximo ano, o tema central escolhido é a "Questão Indígena", e o próximo homenageado será o cineasta Vincent Carelli, pelo conjunto da obra "Vídeo nas Aldeias". Paralelamente, ocorrerá o CineFront Infanto-Juvenil, com mostras de desenhos animados e filmes ficção e documentários que tematizem a realidade social e os direitos das crianças e jovens, certamente teremos matinês e sessões pensadas para esse público.
        Evandro Medeiros prevê o II FIA CINEFRONT com “a mesma pegada e qualidade, ampliando o evento e seu alcance”. Sobre a primeira edição, Evandro disse que “a ficha ainda não caiu totalmente, mas os comentários, as notícias e os contatos estabelecidos por produtores, diretores de cinema, instituições culturais e universidades buscando informações e propondo parcerias para novos eventos demonstra a qualidade do festival realizado. Muito bom, tudo!”
        O I FIA CINEFRONT foi divulgado antes, durante e depois de realizado nos meios de comunicação e repercutiu no Brasil e no exterior. Entre os meios de comunicação que divulgaram o festival estiveram o jornal Diário do Pará, a revista semanal Carta Capital, o site do grupo de pesquisa Entitle, vinculado a Universidade de Coimbra, Portugal, os periódicos regionais Correio do Tocantins e Jornal Opinião, além de canais de TV e emissoras de rádio.

ASCOM (Assessoria de Comunicação)- Que lições ficam do I FIA CINEFRONT?
Evandro Medeiros - Primeiro a constatação de nossa capacidade como Pró-Reitoria de Extensão e Universidade para realizar eventos culturais na área de cinema, seja na constituição de parcerias com esse fim e articulação de logística com baixo custo e alta eficiência. Segundo, o potencial do cinema como instrumento de mobilização de reflexões sobre a realidade em que vivemos. Terceiro, a possibilidade de fazermos algo bem mais amplo, envolvendo diferentes públicos, de diferentes faixa etária e contextos, o que nos fez pensar inovações no formato do festival para o próximo ano.

ASCOM- As expectativas foram atingidas?
Evandro Medeiros - Sim, certamente, conseguimos fazer sessões belíssimas e emocionantes no acampamento da juventude Sem Terra, na curva do S, em Eldorado dos Carajás, no local onde aconteceu o massacre de camponeses em 1996, ali o evento alcançou seu ápice como festival segundo o conceito que elaboramos sobre  Cinema de Fronteira, a arte como instrumento político de empoderamento dos sujeitos que estão nos fronts de batalha na luta por uma sociedade justa e igualitária. Além disso, as sessões no Cine Marrocos foram marcantes, por conta do impacto que as obras causaram sobre o publico, expresso em seus depoimentos durante o dialogo com os diretores. Outro ponto alto foi a apresentação do filme "Sal da Terra", sobre a vida e obra de Sebastião Salgado, a primeira vez causando uma emoção "silenciadora" entre o público, por conta da procura tivemos que realizar uma sessão extra com a repetição de apresentação do filme para aqueles que não tiveram oportunidade de assistir anteriormente. E por fim, a cerimonia de encerramento, com exibição do filme "Montanhas de Ouro" em praça pública, com homenagem do diretor Vicente Rios, visivelmente emocionado ao receber a obra "Tábua de Cortar Carne", prêmio simbólico pelo conjunto de sua obra produzida em parceria com Adrian Cowell. Ainda no final tivemos o depoimento de membros do povo indígena Gavião da Reserva Mãe Maria, com denuncias sobre situações de conflito e enfreamentos com políticos com a empresa mineradora Vale, por questões de território e direitos indígenas violados. Por tudo isso, sim, estamos muito felizes, pois fomos além da expectativa.

ASCOM - Que avaliação de pode fazer do evento, após as repercussões entre as pessoas que foram vê-lo?
Evandro Medeiros - Necessário... politicamente necessário, pedagogicamente imprescindível e artisticamente fantástico. A ficha ainda não caiu totalmente, mas os comentários, as notícias e os contatos estabelecidos por produtores, diretores de cinema, instituições culturais e universidades buscando informações e propondo parcerias para novos eventos demonstra a qualidade do festival realizado. Muito bom, tudo!

ASCOM - Quais as intenções para o II FIA CINEFRONT?
Evandro Medeiros - Nosso esforço é que inicialmente seja um evento anual, então ano que vem esperamos manter a mesma pegada e qualidade, ampliando o evento e seu alcance, como dito anteriormente, daí para a próxima edição realizaremos um CineFront Infanto-Juvenil, com mostras de desenhos animados e filmes ficção e documentários que tematizem a realidade social e os direitos das crianças e jovens, certamente teremos matinês e sessões pensadas para esse público. Teremos sessões de cinema de fronteira ficção, privilegiando o cinema amazônida, para o qual convidamos o cineasta paraense Francisco Weyl como curador, e continuaremos com as sessões de filmes documentários, ainda com a parceria e curadoria de Felipe Milanez, da Universidade de Coimbra, e o tema central escolhido para o próximo festival é "Questão Indígena", nosso próximo homenageado será o cineasta Vincent Carelli, pelo conjunto da obra "Vídeo nas Aldeias".

ASCOM - Quais os sites, jornais, revistas e outros meios de comunicação que cobriu ou repercutiu o evento?
Evandro Medeiros - O festival foi previamente anunciado em sites e jornais impressos locais e de alcance no estado, como Correio do Tocantins, Jornal Opinião e Diário do Pará, além dos canais de TV e rádios locais. Durante o evento e após a sua conclusão também apareceu no site e revista impressa Carta Capital e no site do grupo de pesquisa Entitle, vinculado a Universidade de Coimbra, Portugal.
A cobertura digital pode ser vista em:
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/matando-por-terras-na-curva-do-massacre-3391.html
http://entitleblog.org/2015/05/05/a-strange-mirror-in-the-amazon-frontier/
http://www.diarioonline.com.br:82/noticias/para/noticia-322474-festival-de-cinema-debate-situacao-da-amazonia.html
http://www.zecanews.com.br/2015/04/cinema-de-fronteira-comeca-programacao-do-cine-front-no-cine-marrocos/
http://rondonmix.com.br/fia-cinefront-em-rondon-festival-internacional-amazonida-cinema-de-fronteira/
http://racismoambiental.net.br/2015/03/03/i-festival-internacional-amazonida-de-cinema-de-fronteira-12-a-18-de-abril/

ASCOM - Quantas pessoas estiveram no evento em seus três dias e em suas três cidades?
Evandro Medeiros -  Foram 15 sessões, com a presença de no minimo de 1600 expectadores.

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