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Unifesspa será instituição polo na criação de três doutorados em rede na Amazônia

Publicado: Terça, 10 de Outubro de 2017, 08h56 | Última atualização em Terça, 10 de Outubro de 2017, 08h58 | Acessos: 667

A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) vem atuando de forma estratégica para fortalecer a pesquisa e inovação tecnológica, com ações que têm impactado não só a Universidade como as demais instituições de ensino superior da região Norte. Desde o início do ano, a Unifesspa vem colaborando de maneira decisiva na Comissão instituída pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) para discutir e propor soluções que reduzam as assimetrias regionais, fortalecendo a pesquisa, pós-graduação e inovação na Amazônia Legal.

Como resultado do trabalho, a Comissão já comemora a sinalização concreta da Capes para algumas ações imediatas, dentre elas, a criação de três doutorados em rede nas áreas de Engenharia, Ciências da Saúde e Meio Ambiente, em que a Unifesspa deverá ser uma das instituições polo desses programas. Na última reunião da Comissão da Capes, realizada no dia 11 de setembro de 2017, foram discutidas propostas concretas de financiamento para ações complementares, visando a realização dos diversos programas voltados à pós-graduação, em especial o Procad [Programa Nacional de Cooperação Acadêmica], PNPD [Programa Nacional de Pós-doutorado] e PVNS [Programa Professor Visitante Nacional Sênior]. A Comissão defendeu a necessidade de estabelecer editais específicos para as universidades da Amazônia e que todas as ações possam priorizar as universidades recém-criadas, a exemplo da Unifesspa.

Protagonismo da Unifesspa

A Unifesspa está coordenando a elaboração do projeto de doutorado em rede na área de Engenharia, inicialmente chamado de Programa EngAmazônia - Engenharias para o desenvolvimento sustentável regional. O objetivo é a formação de doutores e mestres para atuação nos mais variados campos das engenharias, visando a ampliar e aprimorar a formação científica, técnica e cultural do pós-graduando de forma a permitir contribuição original e criativa na área de pesquisa científica e tecnológica e na formação de recursos humanos de alto nível, notadamente nas áreas de Energia, Tecnologia da Informação e Comunicação, Infraestrutura e Logística e Recursos Naturais.

No último dia 25 de setembro, integrantes da Comissão se reuniram para discutir as minutas dos programas, definir os parâmetros para a composição das três redes e estruturar melhor as propostas a serem formalmente apresentadas na próxima reunião da Capes, agendada para o dia 23 de outubro de 2017. A expectativa é que os editais sejam lançados ainda este ano.

A Unifesspa é representada na Comissão pelo professor doutor Carlos Renato Francês, ex-reitor pro tempore e ex-pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica da Unifesspa. Além de colaborar nos debates, a Unifesspa foi responsável pela linguagem orçamentária que sustenta as reivindicações e propostas apresentadas pela Comissão, em Brasília.  

“Esse movimento que começou há mais de um ano, desde o Fórum de Reitores do Norte com a Carta de Rio Branco e que resultou na criação da Comissão, passa, agora, a refletir em sinalizações e ações concretas da Capes, que vão contribuir imensamente para o fortalecimento da pós-graduação nas instituições do Norte do país”, afirmou o professor Renato Francês, destacando a ação como de grande impacto para a região, que resultará numa escala de formação de doutores nunca antes vista, permitindo, ainda, a qualificação de doutores e o consequente povoamento dos programas próprios de pós-graduação na Amazônia.

Prorrogação da Comissão

 A comissão foi instituída pela Portaria n° 25, de 7 de fevereiro de 2017 e nº 116, de 8 de junho de 2017. O grupo foi designado com objetivo de propiciar às instituições de ensino superior e pesquisa da Amazônia Legal meios para mantê-las atualizadas e competitivas na pesquisa, na pós-graduação e na inovação com a diminuição das assimetrias regionais, com base no Plano Nacional de Pós-graduação (PNPG 2011-2020), e em demandas complementares das instituições de ensino e pesquisa da região.

No último encontro da Comissão, foi tratada a necessidade de ampliação do período de vigência da Portaria que institui a comissão e, ainda, a possibilidade de reformulação do grupo no que tange à representatividade na Região, abarcando outras instituições de ensino, a exemplo das universidades estaduais. 

(Divulgação)

Foto: CCS/CAPES

Fonte: Correio de Carajás

 

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